Catarina Marques Mata a trabalhar no ateliê

Arte têxtil contemporânea · Porto

MARMA

Arte têxtil entre algoritmo, recursividade e natureza

Bordado, ecoprint e papel — onde grelhas computacionais encontram o gesto da mão e a marca das plantas.

O meu trabalho nasce na interseção entre processos algorítmicos e técnicas têxteis ancestrais. Parto de grelhas, sistemas de repetição e estruturas quase matemáticas para criar peças bordadas e impressões botânicas onde o erro humano e a imprevisibilidade da natureza se tornam elementos compositivos essenciais.

Raízes académicas

Da engenharia à arte têxtil

Com formação em Engenharia Civil e um Mestrado em Artes Plásticas, o percurso da artista liga o pensamento estrutural — grelhas, cálculo, sistemas — à materialidade dos têxteis e do papel.

Esta dupla formação não é apenas biográfica: é metodológica. Cada peça começa com uma lógica, um sistema, uma regra — e o trabalho manual encarrega-se de a deformar, humanizar e tornar irrepetível.

Há engenharia em tudo o que há — raízes académicas

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Bordado colorido
Ecoprint escuro
Escultura tecida
Fio de cobre ao ar livre
Detalhe grelha vermelha
Ecoprint com folhas